terça-feira, 23 de maio de 2017

Mulher - Liderando sua vida

Créditos foto: Ana Cola


O Projeto Lótus promove o curso "Mulher - Liderando sua vida!", que será ministrado em parceria com o psicólogo Arthur Salles, com o escritor Ricardo Benevides, com a terapeuta Bianca Tolomei, com a filósofa Thaís Publio e com a médica homeopata Myrian Marino, com a intermediação da idealizadora e fundadora da instituição, Priscilla Zanatelli.
O curso será dividido em cinco módulos, que começará amanhã, 24 de maio, das 19h às 21h30, na Barra da Tijuca, RJ.
Os encontros serão semanais, em formato de workshop, com debates e troca de experiências, com o objetivo de levar a participante a refletir, a questionar, a avaliar a sua trajetória pessoal e profissional para fazer escolhas de forma plena e consciente.
O Projeto Lótus é um centro de criação, integração e aplicação de ações de desenvolvimento humano, que tem como princípios semear a sabedoria, inspirar a coragem e a ação para colher resultados e realizar sonhos.
De acordo com Priscilla Zanatelli, o curso propõe um olhar interno e uma troca de experiência, ampliando a consciência da participante. "Assim, ela encontrará uma forma viável, real e feliz para seguir o seu próprio caminho mais confiante", finaliza.
As inscrições podem ser feitas pelo www.sympla.com.br/projetolotus e outras informações pelo telefone 98396 0203.
O endereço do Projeto Lótus fica na Avenida das Américas, 3500, bloco 7, Hong Kong, sala 438, Condomínio Le Monde, Barra da Tijuca.

sábado, 20 de maio de 2017

O Gato de Botas

Infantil


                                                Foto: Divulgação


Neste domingo, dia 21 de abril, o West Shopping apresenta para a criançada, o clássico infantil, "O Gato de Botas", de Charles Perrault.
A peça, porém, é uma adaptação moderna do famoso conto, que tem como personagem principal um gato ousado e muito esperto, com abordagens divertidas do nosso dia a dia. 
O evento faz parte da programação"West Shopping Kids", projeto mensal do empreendimento, voltado para o público infantil, sempre aos domingos.
Produzida pela Cia Teatro de Bolso, a atração será encenada no 2º piso do shopping, próximo à loja Polishop, a partir das 17h.
Com texto e direção de Anderson Oliveira e Ronize Carrilho e com figurino de Ângela Figueiredo, o espetáculo tem a duração de aproximadamente 1hora e a entrada é gratuita.
O endereço do West Shopping fica na Estrada do Mendanha, 555, Campo Grande, RJ.

O nome dela é Valdemar

Teatro



                             Foto: Divulgação


Estreia hoje, no Teatro santo Agostinho, em São Paulo, a super comédia "O Nome Dela é Valdemar", do conceituado dramaturgo brasileiro Aziz Bajur.
O espetáculo tem uma montagem inédita, apropriando-se dos elementos dos anos 80 e da Pop Art, para dar vida aos personagens e contar esta história tão divertida, numa linguagem, tom e ritmos próprios do Teatro de Costumes.
O elenco, que é composto pelos atores, Kaká de Lima, Marcello Iazzetti, Danillo Branco, Márcio Marinello e Inah de Carvalho, conta a história de Valdemar e de tantos outros que abandonam suas vidas antigas e saem em busca de um sonho, com muitas confusões e cenas hilariantes.
De forma divertida e engraçada, Aziz Bajur trata de um assunto polêmico e muito comentado, que é a dificuldade de alguns em assumirem sua sexualidade, claramente por medo da reação da sociedade e principalmente da família.
A temporada vai até 29 de julho, aos sábados, sempre às 19h.
O endereço do Teatro Santo Agostinho fica na Rua Apeninos, 118, Liberdade, SP.


Happy hour com a cantora Beth Máximo

Música





O Shopping Bay Market promove hoje um happy hour com a cantora Beth Máximo, a partir das 19h.
Com um repertório eclético, a artista  promete encantar o público de Niterói com a melhor da MPB. O evento é gratuito e será na Praça de Alimentação.
Beth já lançou o EP "Abrigo", em 2015, no Teatro Rival Petrobrás, com participação de Eliana Printes e direção musical de Paulão 7 Cordas, que também assina os arranjos das composições deste trabalho.
A musicista une música e solidariedade em sua vida profissional, já que destina a renda de algumas apresentações para instituições sociais.
O Shopping Bay Market fica na Avenida Visconde do Rio Branco, 360, Centro, Niterói, RJ.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Áfricas - Herero, Himba, Pokot e povos nômades

Exposição



Começa amanhã, 17 de maio, às 19h, no Centro Cultural Justiça Federal, a exposição "Áfricas: Herero, Himba, Pokot e povos nômades", da fotógrafa Alice Kohler. 
São fotografias que pretendem mostrar um pouco dos encontros fortuitos, que tornaram as viagens de Alice, pelo continente africano, momentos de revelação e descobrimento de um mundo quase intocado. Seja nos desertos e savanas ou nos centros urbanos, a população africana se esmera em originalidade, com seu jeito colorido, com panos e contas, que contam a história das tribos, dos clãs, dos povos, de ontem e de hoje.


Atualmente a África possui 2.092 línguas faladas, que correspondem a nada menos que 30% dos idiomas em todo o planeta, além de mais de 8.000 dialetos. Apaixonada por essas etnias e por toda a diversidade que as cercam, a fotógrafa, em um período de quatro anos, realizou três viagens ao continente: Benin, África do Sul, Quênia, Botswana e Namíbia. De acordo com Alice, em cada uma delas, saltaram aos olhos, figuras femininas e masculinas, que destacavam entre si atributos, como beleza, elegância e nobreza, em meio a cenários mais ou menos inóspitos e precários.



"Em minha primeira viagem, em 2012, acompanhada de um médico nômade sem fronteiras, doutor Aldo Lo Curto, seguimos para Ganvie, uma lagoa, onde vive uma comunidade de religião animista, que mora em casas de palafitas e vive de pesca. Na periferia da cidade fizemos trabalhos sociais, viajamos para algumas aldeias nas savanas, e enquanto o médico cumpria seu ofício como cirurgião, eu fotografava toda aquela diversidade humana, que desfilava em minha frente, em todos os sentidos, antropológico, histórico e cultural". Emociona-se Alice.





Em 2014, já na África do Sul, a fotógrafa teve o 
contato com o povo Himba, que vive na fronteira com a Angola, em uma área de deserto, onde quase não existe água e passam a vida sem tomar banho. Segundo Alice, "suas figuras são incrivelmente sedutoras, com os corpos cobertos por uma terracota, os cabelos em longos dreads, da mesma cor, e inúmeros adereços muito coloridos nas cabeças, pescoços e nos braços."


A convite da monja budista, Doju, em 2015, Alice foi trabalhar com crianças de uma escola, em Laikipia, no Quênia, onde houve uma invasão do povo Pokot. Tudo sendo registrado por suas lentes.


Com um olhar apurado e suas fotografias, Alice Kohler nos leva a caminhos mágicos, cheios de calor e cores, típicos do povo africano. Imperdível!
A exposição vai até o dia 02 de junho. 
O endereço do CCJF fica na Avenida Rio Branco, 241, Centro, Rio de Janeiro.


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Dani Night, Solteira, Procura

Teatro


Foto: Divulgação


A comédia nordestina, "Dani Night, Solteira, Procura", escrita e encenada por Michelle Ferrúcio, há três anos em cartaz, segue sua turnê carioca, nos dias 17 e 24, no Cine Joia, em Copacabana, e nos dias 18, 20 e 21, no Festival de Monólogos, no Teatro Ziembinsky, na Tijuca.
A peça trata sobre o universo feminino, de uma forma cômica, onde Danielle, interpretada pela autora cearense, é uma mulher sensual, decidida, corajosa e sem papas na língua. Uma personalidade forte, que aos 37 anos decide que precisa se casar e ter alguém para chamar de seu. Assim, deixa de lado todas as noites de farra com as amigas, que lhe renderam o apelido de Dani Night.
"Dani é uma mulher desesperada para casar. Preparando-se para um novo encontro, entre remédios e bebidas, ela revela suas histórias eletrizantes, em busca desse homem ideal", conta a atriz, que tem estado com a peça em várias cidades do Norte e Nordeste do Brasil.
Sozinha em cena, Michelle Ferrúcio relata as frustradas e divertidas tentativas de Dani Night para encontrar um marido. Uma identificação direta com o público feminino e gay. Os homens se divertem também, pois assim percebem o que se passa na mente feminina. A interação com a plateia faz o espetáculo se tornar único a cada sessão. A personagem está decidida que esse será o encontro de sua vida e não pretende colocar tudo a perder.
"A peça é bem cosmopolita do Nordeste. Eu trouxe o sotaque e a mulher arretada. O texto cria uma rápida identificação com o público em geral. Sempre há alguém que já fez as loucuras da personagem e que vive o dilema de não ter encontrado o seu grande amor", finaliza.
O endereço do Cine Joia fica na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 680, Copacabana, e o do Teatro Ziembinsky fica na Rua Urbâno Duarte, 30, Tijuca.
Horário: quinta e sábado às 20h e domigo, às 19h.
Ingressos: R$30,00 (inteira)
                R$15,00 (meia)


domingo, 14 de maio de 2017

Mães Universitárias

Comportamento

Elas estão sempre dispostas, são as primeiras a estarem de pé e as últimas a se recolherem, correm de lá pra cá, para conseguirem atender a demanda que a maternidade trouxe. 
Com uma vida tão corrida, voltaram a estudar, contrariando todas as expectativas, de que não conseguiriam conciliar os cuidados com os filhos e as diversas disciplinas, trabalhos em grupos, monografia, provas, etc...
São as mães universitárias, mulheres que driblaram a rotina, em busca de um sonho pessoal.
A dificuldade aumenta quando se está muito tempo afastada, como a carioca Simone Vicente Gomes Gonçalves, de 44 anos, mãe de um casal e longe dos estudo há mais de 20 anos. Simone conta que já tinha em seus projetos, cursar Administração, mas só conseguiu retornar quando seus filhos já estavam crescidos. Foi quando viu que era o momento de colocar em prática os seus objetivos. Para isso, optou estudar por um método semipresencial, no período noturno, quando o marido já estava em casa para cuidar das crianças, hoje com 12 e 16 anos. "Tive que abrir mão, principalmente, de dormir a noite inteira; dormia pouco, pois como era semipresencial, tive que me dedicar ainda mais, devido os muitos trabalhos acadêmicos, avaliações de cada disciplina durante o semestre, com prazos já estabelecidos para entregar... cuidava da casa, filhos... lembro que via o dia clarear, por muitas vezes dormia na frente do computador. Mas nunca pensei em desistir, eu tinha um propósito", avalia Simone .



Outro caso bem parecido é o de Marcela Regina da Silva. A alagoana, de 31 anos, também fez uma graduação semipresencial, por ser mãe de Guilherme, na época com seis anos de idade. Como era professora, seu tempo era mínimo, então estudava Pedagogia aos domingos, a cada duas semanas. Marcela conta que não era fácil, teve que abrir mão de muitos passeios, domingos com a família, mas obteve muito apoio do companheiro, inclusive financeiro. "Depois de um período, me mudei de cidade, então ficou bem difícil. Eram quatro horas de viagem, fora os gastos com passagens e alimentação. Pensei em desistir algumas vezes, mas tive fé e perseverança." Declara, Marcela, hoje mãe do recém-nascido Bernardo.



Superação foi o que não deixou Conceição Aparecida desistir. A mineira, de 43 anos, cursava Administração, quando teve um problema gravíssimo de saúde, ficando internada, afastando -se durante um ano de seus estudos. Como Conceição tinha duas filhas, Suzana, de 14 anos e Suellen, de 10 anos, fazia um curso à distância, indo na universidade apenas para fazer as provas. Segundo ela, ficar 20 anos sem estudar foi um desafio, mas  que foi muito incentivada pelo cunhado Gabriel, que foi quem falou desse tipo de graduação e por sua amiga Rita. "Conciliar estudos, com os cuidados com as minhas filhas foi muito difícil, pois sou muito protetora, por mais que estejam maiores hoje, mas meu marido me deu muito apoio... Acho que as pessoas devem insistir, fazer a faculdade que almejam. Essa modalidade EAD tem sido muito procurada e assim muitos conquistam sua graduação, basta ser dedicado. Nunca desistam de seus sonhos!" Enfatiza.



Após nove anos sem estudar, aos 29 anos e com três filhos, de 14, 12 e 9 anos, a carioca Lidiane Mara dos Santos Melo, conclui, esse ano, a tão sonhada faculdade de Jornalismo.
Segundo Lidiane, foi bem difícil o período de adaptação. Era muito cansativo por causa da distância e por ser em período noturno. Ela conta que também teve muito apoio do marido e que apesar de quase não ter tempo livre, amadureceu bastante. " Depois que comecei a estudar, cresceu em mim uma vontade de não parar mais. Pretendo fazer uma pós, mestrado e doutorado. Penso também em cursar Letras. Voltei aos estudos, já com família e responsabilidades, mas não me limitei às minhas dificuldades, foi além do que eu imaginava... Sou grata a Deus por sempre me dar forças", comemora a universitária, que está em fase final de sua monografia.




Outra estudante de Jornalismo, Catiana Barros de Oliveira Neves, de 30 anos, que voltou para a universidade após nove anos. Trabalhando como cabeleireira, Catiana tem dois filhos, um de seis e o outro com treze anos. Divorciada, ela conta que é bem difícil arcar com todas as despesas e conciliar a agenda e filhos, já que precisou se mudar de cidade. "No começo senti um pouco de preconceito, pois com a maternidade, adquiri uma maturidade, que muitas vezes influencia no modo diferente de pensar dos outros alunos, já que a maioria é bem jovem." A universitária é uma mãe dedicada e comemora, pois tem tido bons resultados nas suas notas.



Quando já se tem uma formação, o retorno para uma segunda graduação não tem mais tanta pressão. É o que relata Fernanda Madureira Santaguida, empresária de 39 anos. Formada em Direito, a carioca retornou aos estudos em 2014, já com os filhos, Vinícius de oito anos e Guilherme de dez. Segundo Fernanda, que atualmente cursa Educação Física, essa nova graduação é uma oportunidade de divulgar seus cursos, que são nesta área, e uma forma de trocar ideias com outros estudantes. Ela procura conciliar com os cuidados maternos, casa e trabalho, e como pegou poucas disciplinas, consegue se dedicar bastante. "Ser mãe sempre foi meu maior projeto, tenho os filhos que desejo, e eles sempre virão em primeiro lugar em tudo o que faço", enfatiza.
A advogada relata, que pensou em desistir em 2015, quando passou por problemas de saúde, que se prolongaram até 2016, mas com o apoio do marido e diminuindo sua grade de disciplinas, prosseguiu. Sua rotina é bem corrida, pela manhã leva os filhos para o colégio e vai para a universidade. Pela tarde cuida da casa, das tarefas com os filhos e do trabalho. Sobre o convívio com os colegas de turma, Fernanda diz que é a "tia velha", pois foge do biotipo esperado para um aluno de Educação Física, mas passado o susto inicial, todos acabaram gostando. Montou um grupo de estudantes e hoje é conhecida em mais de 16 instituições de ensino no Rio de Janeiro.
"Fiz minha primeira faculdade com muita pressão, me cobrava demais, tinha 23 anos, queria provar meu valor. Hoje já tenho meu trabalho, filhos, casa... Os meninos já realizam algumas tarefas, me ajudando a ter tempo para estudar; mas desta vez, a leveza dá o tom; se fui bem na prova, maravilha, se não, vamos estudar um pouco mais e pronto". Finaliza.



Que cada mãe, cada mulher, tenha essas idealistas como exemplo, de que não há época ou idade certa para estudar. O que existe é a força de vontade.
Feliz dia das mães!